A otosclerose, doença que causava a perda de parte da Adriane Galisteuconforme relatado pelo apresentador durante o podcast PodCringe, é caracterizado por um enrijecimento do tecido ósseo no ouvido e pode causar, além da perda auditiva gradual, tontura e zumbido nos ouvidos.
“O som, ao ser transmitido ao cérebro e para ouvirmos, faz vibrar o tímpano. Então, uma cadeia de ossos vibra e entra na cóclea, que é o órgão da audição. Na otosclerose há uma alteração no metabolismo ósseo, então você tem a formação de uma placa óssea, e menos som passa para a cóclea. Aí o paciente acaba tendo dificuldade auditiva e até perda auditiva”, descreve Luciano Gregório, otorrinolaringologista do Hospital Israelita Albert Einstein.
Em alguns casos, a otosclerose pode ser causada por perda neurossensorial, devido à diminuição do impulso nervoso para a audição.
Galisteu disse que já havia ele até perdeu o equilíbrioe que, de vez em quando, ela ouve um “apito”: “Você nunca se acostuma”, disse ela. O relato é condizente com os sintomas de zumbido e tontura citados pelo médico.
O exame para identificar a doença é audiometria. No entanto, não se sabe o que causa a otosclerose.
“É uma doença horrível, você não sabe de onde veio, para onde vai e os médicos também não sabem”, comentou o apresentador, que comandará a nova temporada do reality show A Fazenda, com estreia marcada para segunda-feira (16)às 22h30.
Embora a doença seja estudada há muito tempo e algumas possíveis origens tenham sido levantadas, ainda não há consenso na medicina sobre a fisiopatologia da otosclerose, diz Gregório.
Algumas teorias dizem que se trata de uma condição autoimune, na qual o próprio sistema imunológico do corpo ataca células saudáveis. Existe também a possibilidade de ser hereditária, por predisposição genética, ou mesmo por situação decorrente de infecção por vírus. Alterações metabólicas e alterações nos tecidos que vibram dentro do ouvido também são estudadas como possíveis gatilhos.
A apresentadora ainda não consegue melhorar o quadro, pois, segundo ela, não há tratamento. O otorrinolaringologista explica, porém, que existem alternativas: é possível recorrer a medicação (diminuem a densidade mineral óssea), usar aparelhos auditivos e até mesmo realizar cirurgias.
“Os aparelhos auditivos são muito bons. Caso haja perdas nos graves ou agudos (sons), eles conseguem, de alguma forma, personalizar qual frequência o paciente não está ouvindo e qual intensidade ele necessita. Então, é muito preciso”, afirma o médico.
Dependendo do tipo de otosclerose, também é possível realizar a estapedotomia, cirurgia em que é retirado o osso do paciente onde ele está rígido, substituindo-o por uma prótese. É um procedimento comum que promove o retorno à condição auditiva normal, segundo Gregório.
Porém, a cirurgia não é isenta de riscos: “Se essa prótese sair do lugar acidentalmente, o paciente pode perder a audição e sentir tontura se houver vazamento de líquido para a cóclea”.
“Hoje em dia há muitos pacientes que, por praticarem esportes radicais, têm medo e não querem ter a prótese de estapedotomia. Então, ele se dá muito tempo, e muito bem, com aparelho auditivo”, completa.
Como Galisteu mencionou durante sua participação no podcast, o otorrinolaringologista confirma que a otosclerose afeta mais mulheres do que homens. A proporção é de aproximadamente três mulheres afetadas pela doença para cada homem. Além disso, o especialista afirma que o quadro geralmente ocorre na idade adulta.
Galisteu fala sobre a doença que a impediu de engravidar novamente
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