Os cuidados de saúde da mulher devem começar na infância. Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), o ideal é que a primeira consulta com o ginecologista seja feita por volta dos 10 anos de idade e o acompanhamento médico seja feito ao longo da vida e, principalmente, durante a gestação. menopausa. Mesmo nesta fase, o atendimento deve ser multidisciplinar, pois o quadro afeta diversos aspectos da vida da mulher.
O assunto é o assunto de Sinais vitais da CNN – Entrevista com o Dr. neste sábado (15), em que o Dr. Roberto Kalil recebe a ginecologista Leila de Oliveira Corrêa e a endocrinologista Cláudia Kalil. No programa, especialistas debatem os principais cuidados necessários para a qualidade de vida da mulher no climatério e na menopausa.
“A menopausa não é um ponto, é uma vírgula na vida da mulher”, afirma Cláudia. Ela defende a importância de falar sobre isso muito antes da própria menopausa, desde o aparecimento dos primeiros sintomas.
“A menopausa tem idade média em torno dos 51 anos, mas pode acontecer a qualquer momento a partir dos 40 anos. O sono dela fica com pior qualidade, ela tem grande labilidade emocional, começa a ganhar peso com a mesma dieta e a mesma atividade física, sente diminuição do desejo sexual”, explica.
Justamente por afetar diversos aspectos da vida da mulher, a menopausa exige uma abordagem mais ampla e multidisciplinar, ou seja, de profissionais de diversas áreas da saúde. “Temos que, primeiro, mudar o estilo de vida dessa mulher e, às vezes, temos que usar medicamentos”, diz Corrêa.
No programa, especialistas citam um estudo americano que acompanhou um grupo de mulheres ao longo dos anos para coletar dados desde o período pré-menopausa até depois.
“Aquelas mulheres que conseguiram controlar o peso, manter a atividade física e se tornarem mais ativas intelectualmente conseguem continuar levando uma vida com qualidade. Porque você imagina que, se a menopausa acontecer por volta dos 50 anos, você ainda terá 40% mais expectativa de vida. E essa mulher tem que estar preparada para os próximos anos”, comenta Cláudia.
O tratamento da menopausa deve ser personalizado
Além de uma abordagem multidisciplinar, o tratamento da menopausa deve ser personalizado e específico para as necessidades de cada mulher. “Em alguns casos é importante repor a testosterona, por exemplo, não só para o desejo sexual, mas também para a massa muscular, para manter a massa óssea”, explica Cláudia.
Porém, nem sempre a reposição hormonal é necessária. “Uma mulher não necessariamente precisará do hormônio para se sentir bem. No período do climatério, 80% das mulheres apresentam sintomas, 20% não”, acrescenta Corrêa.
“Nós, mulheres, temos que nos cuidar sempre, mas a partir dos 40 anos o cuidado será um pouco maior, mas viveremos bem, se nos cuidarmos bem”, finaliza.
CNN Vital Signs – Entrevista com Dr. Kalil vai ao ar no sábado, 15 de junho, às 19h30, na CNN Brasil.
Menopausa: Veja dicas para lidar com os sintomas da menopausa
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