A investigação contra o ex-ministro Silvio Almeida tende a tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF) caso não haja reversão no julgamento que trata da ampliação do alcance do foro por prerrogativa de função.
A maioria já votou a favor de tese que prevê que ministros, deputados e senadores devem responder ao STF quando os supostos crimes cometidos por eles forem cometidos no ou por causa do seu cargo, mesmo que o inquérito tenha sido aberto após terem deixado o cargo eles estavam dentro. exercitados.
Com os seis votos dados até agora, o tribunal propõe uma mudança no entendimento alcançado em 2018. Na ocasião, a maioria dos ministros decidiu que o foro só se aplicaria aos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções relacionado a isso. . O voto de Luís Roberto Barroso prevaleceu na ocasião.
Agora, seis anos depois, Gilmar Mendes interpôs questão de ordem para que a Corte reveja o assunto. O ministro é favorável ao fato de que a saída do cargo só altera a competência nos casos de crimes cometidos antes da posse ou, ainda, naqueles que não tenham relação com o seu exercício.
A tese em análise diz: “a prerrogativa de foro para julgar crimes cometidos no exercício do cargo e em razão de funções permanece mesmo após a destituição do cargo, ainda que a investigação ou a ação penal seja instaurada após cessado o seu exercício”.
Barroso e outros quatro ministros concordaram com o colega. Este julgamento será retomado na próxima semana pelos ministros do tribunal, depois de ter sido adiado duas vezes este ano. Ainda precisam votar os ministros André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Edson Fachin.
A decisão sobre qual tribunal será responsável pelo caso do ex-ministro pode ser tomada com base nesse julgamento ou na análise de Mendonça. O ministro, que adiou o julgamento sobre o alcance do fórum em abril, foi escolhido como relator do pedido de investigação da Polícia Federal sobre suposto assédio sexual cometido pelo ex-ministro.
A direção da PF defende que a investigação seja conduzida no STF. Segundo investigadores entrevistados por CNNos supostos casos de assédio sexual teriam ocorrido durante o período em que Silvio Almeida ocupou o cargo de Ministro de Estado, supostamente utilizando sua função para cometer os crimes.
Uma investigação na PF foi instaurada por meio de denúncia de crime na quinta-feira (5), à noite, assim que as denúncias contra o então ministro se tornaram públicas. Ele foi demitido no dia seguinte.
Na terça-feira (10), a PF ouviu, com base na notícia-crime, uma denunciante que acusou Silvio Almeida de assédio sexual. Com o relatório preliminar elaborado, a petição foi encaminhada ao STF, que deverá decidir se abre o inquérito, se o relatório será mantido na Corte ou se o caso será encaminhado para outra instância.
Os delegados afirmam que o envio do caso ao STF pode evitar qualquer chance de nulidade no processo, garantindo que o Supremo defina a competência para conduzir a investigação.
Silvio Almeida nega as acusações de assédio e declarou que pretende provar sua inocência no decorrer das investigações. Sua defesa informou ao repórter que contará com uma equipe de advogados “coordenada” e “multitarefa” para conduzir o caso.
bmg consultar proposta
banco bmg brasilia
bmg aracaju
emprestimos funcionarios publicos
qual o numero do banco bmg
simulador empréstimo consignado servidor público federal
whatsapp do bmg
telefone bmg 0800
rj emprestimos
melhor emprestimo consignado
simulador emprestimo funcionario publico
consignado publico