O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta terça-feira (10), um acordo com o estado do Amazonas para a conclusão da BR-319, estrada que liga a capital amazonense, Manaus, a Porto Velho, capital de Rondônia.
O presidente afirmou que é preciso garantir que a conclusão da rodovia não resulte no desmatamento da Floresta Amazônica na região.
Em visita a Manaquiri, no Amazonas, para fiscalizar os danos causados pela seca e pelas queimadas na região, Lula também prometeu ajuda do governo federal às comunidades locais por meio, por exemplo, do envio de filtros de água e obras de dragagem de rios, cujo a navegabilidade foi comprometida pela seca.
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“Vamos ligar para vocês para discutirmos essa BR-319”, disse Lula, dirigindo-se ao governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil) e senadores estaduais presentes no evento.
“Queremos acordo, governador, o estado e a Federação. Teremos que garantir que não permitiremos o desmatamento e a grilagem de terras próximas à rodovia”, afirmou o presidente, acrescentando que é preciso acabar com “essa história” que o ministro do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva (Rede)é responsável por impedir a construção da rodovia.
A polêmica envolve o chamado “trecho intermediário” da BR-319, que não é pavimentada e passa pelo meio da Floresta Amazônica, o que levanta preocupação entre ambientalistas de que a chegada do asfalto possa ser um vetor para o desmatamento da floresta no região, como já ocorreu com outras estradas construídas na Amazônia.
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A asfaltagem do trecho, de cerca de 400 km, está suspensa por decisão judicial, o que indica falta de garantias ambientais para o empreendimento. No final de agosto, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) rejeitou pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para anular a decisão e permitir a pavimentação da rodovia.
Em seu discurso, Lula lembrou que a rodovia ganhou ainda mais importância diante do declínio da navegabilidade do Rio Madeira, consequência da seca.
“Temos consciência de que, enquanto o rio era navegável e cheio, a rodovia não teve a importância que tem, enquanto o rio Madeira estava vivo. E não podemos deixar duas capitais isoladas”, disse Lula.
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“Mas vamos fazê-lo com a maior responsabilidade e queremos construir uma verdadeira parceria”, concluiu.
(Com Reuters)
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