O Ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil)refutou, em nota divulgada nesta quarta-feira (12), as investigações da Polícia Federal (PF) sobre supostas irregularidades e desvios de recursos de obras de pavimentação financiadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Juscelino foi indiciado pela PF por organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, falsidade ideológica e fraude em licitações. O Ministro das Comunicações do governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou o relatório final da investigação como uma “ação política e previsível” e negou as acusações.
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“A investigação, que deveria ser um instrumento para descobrir a verdade, parece ter se desviado do seu propósito original. Em vez disso, focou em criar uma narrativa de culpa perante a opinião pública, com vazamentos seletivos, sem considerar fatos objetivos”, disse Juscelino.
“O indiciamento é uma ação política e previsível, que parte de uma investigação que distorceu premissas, ignorou fatos e nem ouviu a defesa sobre o alcance da investigação”, disse o ministro, em nota.
Ainda segundo Juscelino Filho, é “importante deixar claro que não há nada” que envolva sua atuação no Ministério das Comunicações, “sempre pautada pela transparência, pela ética e pela defesa do interesse público”.
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“Esta é uma investigação que investigou a minha vida e a da minha família, sem encontrar nada. A investigação revira fatos antigos que nem são de minha responsabilidade como parlamentar. Quando ocupei meu cargo de deputado federal, apenas indiquei emendas parlamentares para custear obras. A licitação, execução e fiscalização dessas obras são de responsabilidade do Poder Executivo e demais órgãos competentes”, afirmou o ministro.
No comunicado divulgado por seu assessor, o ministro das Comunicações afirma ainda que, durante seu depoimento à PF, “o delegado responsável não fez nenhuma pergunta relevante sobre o objeto da investigação”. “Além disso, encerrou abruptamente após apenas 15 minutos, sem deixar espaço para esclarecimentos ou maiores elaborações”, disse Juscelino.
“Isso levanta dúvidas sobre sua isenção, repetindo uma modo de operação que já vimos na Operação Lava Jato e que causou danos irreparáveis a pessoas inocentes. É importante lembrar que o indiciamento não implica culpa. A Justiça é o único órgão competente para julgar e confio plenamente na imparcialidade do Poder Judiciário. A minha inocência será provada ao final deste processo, e espero que o amplo direito de defesa e a presunção de inocência sejam respeitados”, finalizou o ministro.
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Nas investigações, a PF investiga supostas ilegalidades praticadas em obras no município de Vitorino Freire (MA), governado pela irmã de Juscelino, Luanna Rezende. O atual ministro, então deputado federal, teria desviado recursos de emendas parlamentares para pavimentação de ruas na cidade do interior do Maranhão, segundo a PF.
Juscelino Filho é o primeiro membro do primeiro escalão do governo Lula a se tornar, enquanto ministro, formalmente suspeito de ter cometido crimes após a conclusão de uma investigação realizada por um órgão ligado ao próprio governo.
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