A advogada e ex-BBB Adélia de Jesus Soares foi indiciada pelos crimes de falsidade ideológica e associação criminosa pela Polícia Civil do Distrito Federal.
Adélia faz parte da equipe jurídica que defende a advogada e influenciadora Deolane Bezerra, presa por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.
Adélia ficou famosa após participar da edição 2016 do Big Brother Brasil. Atualmente, o advogado tem 2,2 milhões de seguidores nas redes sociais e costuma defender diversos influenciadores.
Em postagem recente em seu perfil, ela anuncia que sua consultoria pode ensinar como “fazer sorteios e divulgar rifas sem ser presa em 2024”.
Segundo informações publicadas no site de seu escritório, fundado em 2003, Adélia possui mais de 20 anos de experiência em Direito.
É formada pela Universidade São Francisco, tem especialização em Direito do Consumidor pelo Mackenzie e mestrado em Direitos Difusos e Coletivos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC).
Segundo as informações, Adélia atuou por 11 anos como coordenadora do Procon e também foi presidente da Comissão de Proteção e Defesa do Consumidor da OAB por três mandatos.
Também é professora universitária de Direito Civil e Direito do Consumidor, além de atualmente presidir o IDECON (Instituto de Defesa dos Direitos do Consumidor).
A partir de 2015, o escritório de Adélia passou a investir no atendimento a artistas, influenciadores, YouTubers e figuras públicas, focando principalmente em possíveis suportes jurídicos para promoção de jogos digitais e sorteios.
Em 2016, durante sua participação no BBB, Adélia foi a sexta eliminada, em paredão triplo, ao lado de Munik e Ronan.
O advogado tem dois filhos, Vinícius e Alexandre, e é casado com o engenheiro Alexandre Moraes.
Indiciado em esquema de R$ 2,5 bilhões
Segundo investigação da Polícia Civil do Distrito Federal, Adélia abriu uma empresa para lavagem de dinheiro de jogos de azar e fez parceria com chineses para enviar grandes quantias de dinheiro ao exterior. A análise da polícia sobre as movimentações financeiras da principal empresa investigada é que o esquema movimentou cerca de R$ 2,5 bilhões, sem aprovação do Banco Central.
Segundo a polícia, esse esquema, porém, não tem ligação direta com Deolane Bezerra.
A polícia afirma que elementos da investigação demonstraram que criminosos chineses enviaram emissários ao Brasil para ‘operacionalizar’ cassinos ilegais. Estes chineses abriram diversas empresas de fachada com a cooptação da advogada Adélia Soares. Um deles, o Anspacepay, para pagamentos.
A PCDF também cita a empresa de pagamentos PlayFlow em nome de Adélia para receber pagamentos.
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