A mãe da médica Arianne Albuquerque Risso, uma das 62 vítimas da queda do avião da Voepass em Vinhedo (SP), manifestou-se indignada e exigiu que as autoridades monitorassem as condições das aeronaves da empresa. Fátima Albuquerque é psicóloga aposentada e empresária, e falou à imprensa em frente ao Instituto Médico Legal, em São Paulo, onde identificou o corpo da filha, que estava entre os médicos a caminho de uma conferência de oncologia.
“Já temos vídeos dizendo que estavam colocando todo mundo em risco (com os aviões). O Ministério Público não viu isso? Anac não viu isso? Quantas crianças, quantas mães terão que morrer? “Temos que transformar a nossa dor em indignação”, acrescentou a mãe.
A reportagem procurou os Ministérios Públicos do Paraná e de São Paulo, o Ministério Público Federal, a Voepass, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a empresa Latam, para comentar as declarações de Fátima, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.
Desde o acidente, relatórios destacaram possíveis problemas. Passageiros que voaram em aeronave ATR-72-500 no dia anterior reclamaram do calor e disseram que o ar condicionado não funcionava. Um piloto da empresa apontou trabalho excessivo em audiência pública em junho. A empresa afirma que a aeronave que caiu estava em boas condições e que cumpre todas as exigências legais quanto ao horário de trabalho e folgas dos pilotos.
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Local do acidente aéreo envolvendo o Voepass ATR 72-500 em Vinhedo (SP) Crédito: Reprodução
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Local do acidente aéreo envolvendo o Voepass ATR 72-500 em Vinhedo (SP) Crédito: Reprodução
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Local do acidente aéreo envolvendo o Voepass ATR 72-500 em Vinhedo (SP) Crédito: Reprodução
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Local do acidente aéreo envolvendo o Voepass ATR 72-500 em Vinhedo (SP) Crédito: Reprodução
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Equipe do Cenipa trabalha no local da queda do avião em Vinhedo Crédito:
Fátima Albuquerque diz ainda que a filha ficou “imensamente feliz” ao viajar para a conferência de oncologia. “O sonho dela desde os 9 anos era salvar vidas”, lembra a mãe, e comenta que Arianne terminaria a residência em oncologia este ano.
“É muito difícil, ninguém estava preparado”, acrescentou Leonardo Risso, marido de Arianne, ao deixar o IML. “Ela estava vivendo um sonho, estava muito feliz. Ela se dedicava a cuidar das pessoas.”
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