A ideia de Novak Djokovic poder competir em Wimbledon parecia improvável há algumas semanas. Apesar de ter passado por uma cirurgia de menisco rompido há menos de um mês, Djokovic, de 37 anos, está de volta ao Grand Slam francês, vencendo sua partida de primeira rodada contra Vit Kopřiva em três sets – 6/1, 6/2, 6/2 — na terça-feira (2).
Em 3 de junho, Djokovic lutou pela vitória por cinco sets na quarta rodada de Roland Garros contra Francisco Cerundolo, antes de se retirar do torneio no dia seguinte, alegando uma ruptura no menisco medial do joelho direito.
No dia 6, o sérvio postou nas redes sociais que “a cirurgia correu bem” e que trabalharia para voltar à quadra “o mais rápido possível”.
“Tudo o que pude fazer, fiz com meu time nas últimas três semanas e meia para ter a chance de jogar diante de vocês aqui hoje”, disse Djokovic em seu discurso na quadra após o triunfo de terça-feira.
“Acho que se eu fosse para qualquer outro torneio provavelmente não arriscaria, não correria tanto. Adoro Wimbledon, adoro voltar aqui.”
Havia poucos sinais de que a lesão pudesse prejudicar Djokovic, já que ele dominou Kopřiva desde o primeiro ponto, perdendo apenas cinco jogos e terminando a partida em menos de duas horas em quadra.
“Eu não sabia como tudo iria acontecer na quadra”, acrescentou Djokovic.
“Sabe, os treinos são muito diferentes dos jogos oficiais. Estou extremamente feliz com a forma como me senti hoje, com a forma como joguei.”
O tenista sérvio busca seu 25º título de Grand Slam de simples – um recorde no tênis masculino ou feminino. Ele tem sete títulos de Wimbledon, um atrás de Roger Federer entre os homens, enquanto Martina Navratilova venceu o evento nove vezes entre as mulheres.
Na final do ano passado, Djokovic perdeu na final do ano passado para Carlos Alcaraz.
Sonhos olímpicos
Depois de Wimbledon, Djokovic buscará um dos únicos títulos que ainda não possui: a medalha de ouro olímpica. O jogador de 37 anos representará a Sérvia nas Olimpíadas de Paris, anunciou o Comitê Olímpico do país em 18 de junho. Seu melhor resultado olímpico é o bronze que conquistou em 2008.
“Fazer parte dos Jogos Olímpicos, representando seu país, é um enorme privilégio e uma honra”, disse Djokovic, que carregou a bandeira sérvia na cerimônia de abertura de Londres 2012, à ITF em maio. “[É tão especial fazer] parte do evento esportivo mais antigo da história do esporte.
“Claro que ganhar uma medalha de ouro ou qualquer medalha para o meu país é uma grande vontade e desejo. É uma das maiores prioridades e objetivos para [esta] temporada, não há segredo sobre isso”, acrescentou Djokovic.
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