Grande promessa do futebol brasileiro na segunda metade dos anos 2000, Kerlon, “Foquinha”, hoje leva vida tranquila em Hemby Bridgecidade de 1.669 habitantes na Carolina do Norte, Estados Unidos.
Lá, ele trabalha como diretor técnico da escola de futebol local e dá aulas particulares. Kerlon tem atualmente 36 anos e aposentou-se do futebol profissional em 2017, após uma breve passagem pela Eslováquia.
“Hoje prefiro uma vida tranquila”, disse numa (rara) entrevista ao “The Athletic”, suplemento desportivo do “The New York Times”.
“As pessoas dizem que preciso divulgar meu nome. Não. A história já está aí e as pessoas se lembram dela. Sempre que um jogador dá uma pequena cabeçada em um jogo, os narradores no Brasil começam a falar de mim. ‘A Foquinha! Lembra-se de Kerlon? As pessoas se lembram.
Kerlon está feliz e adaptado nos EUA
Kerlon só concordou em dar entrevista ao jornalista inglês Jack Lang porque o repórter praticamente o “caçou” na Carolina do Norte, ansioso para escrever um perfil, pois é fascinado pela história de “Foquinha”.
E ele está feliz lá, segundo a reportagem. Kerlon foi para os Estados Unidos em busca de oportunidades de trabalho que considerava que faltavam no Brasil. A família se adaptou bem, assim como ele.
“Adoro estar envolvido no jogo”, disse ele. “É o que faço de melhor.”
Quem é Kerlon?
O ex-jogador surgiu como uma grande promessa para o Cruzeiro e para o futebol brasileiro —além dos dribles que se tornaram sua marca registrada, movimentar a bola com a cabeça pelo campo, em direção ao gol, movimento exaustivamente treinado na infância, com o pai.
Kerlon brilhou com a camisa da seleção no Campeonato Sul-Americano Sub-17 de 2005 e jogou bem pelo Cruzeiro, mas nunca atingiu seu potencial.
O meio-campista foi contratado pela Inter de Milão em 2008, mas não atuou pela seleção italiana. Foi emprestado ao Chievo e ao Ajax, e também quase não entrou em campo. A partir daí, ele se tornou um equilibrista.
Jogou em times menores do Brasil, foi ao Japão, passou por Barbados, Estados Unidos, Malta e encerrou a carreira na Eslováquia.
Seis cirurgias pesadas no joelho
O relatório credita o declínio de Kerlon a uma série de lesões graves que enfrentou, especialmente seis cirurgias nos ligamentos cruzados anteriores (LCA) dos joelhos, duas delas quando ele ainda era adolescente.
Aos poucos fui perdendo o amor pelo futebol. Após cada cirurgia, levei de seis a sete meses para me recuperar. Quando voltei, foi difícil acompanhar fisicamente. Aí me machuquei de novo. Olhei para os outros jogadores e eles corriam para cima e para baixo constantemente. Tentei acompanhar, mas alguns músculos estouravam e eu ficaria fora por mais três semanas
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