Nesta sexta-feira (5), Mauro Marcelo de Lima e Silva, auditor do Plenário do STJD, concluiu o relatório do inquérito instaurado para apurar as denúncias feitas por John Textor, dono da SAF do Botafogo, sobre manipulação de resultados em jogos do Campeonato Brasileiro. Considerando as provas apresentadas como “inúteis” e “sem credibilidade”, o auditor encaminhou o relatório conclusivo à Procuradoria do Tribunal, sugerindo multa de R$ 2 milhões e suspensão de 2.340 dias ao empresário norte-americano.
O relatório conclusivo, que está disponível no site do STJD, aponta Palmeiras, Grêmio, Flamengo, Atlético, São Paulo e seus atletas (cujos nomes foram preservados), Fortaleza e seus atletas (cujos nomes foram preservados) e árbitros (cujos nomes foram preservados). nomes foram preservados). preservados) como vítimas.
A multa de R$ milhões e a suspensão de 2.340 dias sugeridas a Textor é a soma das diversas infrações cometidas pelo dono do Botafogo aos artigos 243-F, 243-A e 221 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, como apontou pelo relator auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva.
“Após uma análise detalhada e exaustiva dos métodos utilizados pela empresa “Good Game”, através dos referidos sistemas MATCH-FIX® e REF-EVAL®, chegamos à conclusão que tais sistemas não cumprem o que prometem. Apesar de todas as afirmações impressionantes sobre a precisão de mais de 99% e o uso de algoritmos avançados de inteligência artificial, esses métodos não têm qualquer eficácia ou validade comprovada com base científica. (…) Portanto, há total falta de credibilidade – e quase irresponsabilidade – nesses métodos pseudocientíficos chamados MATCH-FIX e REF-EVAL”, argumenta o relator a respeito das evidências apresentadas por John Textor.
A investigação foi iniciada após pedido da Procuradoria-Geral da Justiça Desportiva para apurar denúncias de manipulação de jogos feitas por John Textor, dono da SAF do Botafogo, a partir de novembro de 2023. Palmeiras, São Paulo, Associação de Atletas e Árbitros prestaram representações neste mesmo sentido, como fez o próprio empresário.
“Senhor. Textor afirmou diversas vezes, por meio da imprensa e de sua rede social, que tinha provas irrefutáveis de manipulação contra sete atletas do São Paulo FC e quatro do Fortaleza EC em jogos contra o Palmeiras, além do envolvimento de árbitros e assistentes de vídeo”, relembra um trecho do relatório.
“Senhor. John Charles Textor acusou o Campeonato Brasileiro de manipulação de resultados e apresentou relatos de “Bom Jogo” como prova irrefutável, posteriormente desmascarados por ineficácia e desprovidos de credibilidade. Ao propagar tais alegações infundadas, na qualidade de representante do clube, o senhor Textor criticou ofensivamente a CBF e o ordenamento jurídico desportivo nacional, causando uma onda de desconfiança que afetou profundamente a integridade da competição”, continuou.
Agora, o caso de John Textor será julgado pelo Ministério Público do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
Denúncias de John Textor
Após declarações contra a arbitragem e a CBF no final de 2023 – como as citadas acima -, Textor assumiu a liderança nas denúncias de manipulação de resultados no Brasil. Olhar:
As denúncias de John Textor são baseadas em relatórios produzidos por empresas, como a Good Game!, e fazem análises comportamentais na tomada de decisões de jogadores e árbitros.
A repercussão das declarações foi grande. Além de colaborar com o STJD fora do prazo inicial e prestar depoimento à Polícia Civil, o dono da SAF do Botafogo também foi ouvido na CPI de Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas (CPIMJAE).
Em outro caso, Textor foi suspensoNo dia 26 de abril, John Textor teve a pena aumentada pelo Pleno do STJD em outro processo, em que foi julgado por declarações feitas após a derrota para o Palmeiras, em novembro de 2023.
O dirigente do Botafogo foi suspenso por 45 dias e recebeu multa de R$ 100 mil. Assim, Textor ficou impedido de comparecer aos jogos do time, como visitante ou mandante, no início deste ano.
O Plenário do Tribunal adiou duas vezes o julgamento de Textor, a pedido de Felipe Bevilacqua, vice-presidente do STJD, com quem Textor se reuniu na sede do Tribunal.
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