A morte de piloto Ayrton Senna completa exatamente 30 anos nesta quarta-feira (1º). E, por isso, pode surgir uma dúvida: por quais equipes o ídolo brasileiro disputou durante sua carreira na Fórmula 1. Ao longo de pouco mais de uma década, ele passou por Toleman, Lótus, McLaren Isso é Willians.
Senna chegou à categoria em 1984 para defender a Toleman. Ele conseguiu somar pontos com a pequena equipe no segundo Grande Prêmio ao terminar em sexto na África do Sul e também subiu ao pódio em três ocasiões.
No ano seguinte, em 1985, transferiu-se para a Lotus, com a qual venceu pela primeira vez uma corrida, em Portugal. Ele também venceu a corrida belga, terminando sua temporada de estreia em quarto lugar. No total, ele passou três anos na equipe e ficou duas vezes em quarto lugar no campeonato.
Em 1988, ele foi para a McLaren. Lá ele decolou definitivamente, conquistando três títulos mundiais, em 1988, 1990 e 1991. Foi companheiro de seu principal rival nas pistas, o francês Alain Prost, em 1988 e 1989. Em 1990, seu adversário foi para a Ferrari. Senna deixou a equipe em 1994 para trabalhar para William – ele acabou morrendo na terceira corrida pela equipe.
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Corpo de Ayrton Senna, que veio de Paris, chega ao Brasil para cortejo fúnebre
Crédito: Alberto Pizzoli/Sygma/Sygma via Getty Images -
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Itamar Franco, então presidente do Brasil, e Luiz Antôno Fleury Filho, governador de São Paulo, compareceram ao velório de Senna na Assembleia Legislativa de São Paulo
Crédito: Divulgação/Alesp -
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Ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio do Janeiro, Leonel Brizola foi uma das personalidades que compareceram ao velório
Crédito: Pascal Le Segretain/Sygma via Getty Images -
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Frank Williams, fundador e diretor do time de mesmo nome, veio ao Brasil para assistir ao funeral de Senna
Crédito: Pascal Le Segretain/Sygma via Getty Images -
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Williams vê caixão de Ayrton Senna durante velório na Alesp
Crédito: Pascal Le Segretain/Sygma via Getty Images -
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A apresentadora de televisão Adriane Galisteu namorava Ayrton Senna na época do acidente fatal em 1994
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Capacete de Senna foi colocado em cima do caixão durante velório, na Alesp
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Rubens Barrichello (segundo da direita), então em início de carreira, emocionado na esteira do tricampeão mundial
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Ex-inimigo e ex-companheiro de Senna na McLaren, o francês Alain Prost veio ao Brasil homenagear o piloto
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Túmulo de Senna no Cemitério do Morumbi, em São Paulo
Crédito: Mike Hewitt/ALLSPORT -
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Emerson Fittipaldi, bicampeão da Fórmula 1, foi uma das figuras do automobilismo que compareceu ao evento
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Cortejo fúnebre parou São Paulo, com torcedores que se espalharam por vários pontos da cidade
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Torcedores com bandeiras do Brasil acenam para o caixão de Senna, que passou por alguns pontos da cidade
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A morte do piloto em 1º de maio de 1994 gerou comoção no Brasil
Crédito: Pascal Le Segretain/Sygma via Getty Images