Indo além de uma resposta positiva no altar, mais um momento muito aguardado pelo público que acompanha o Casamento às Cegasda Netflix, é a prova e escolha do vestido de noiva dos sonhos.
Exclusivamente para CNNo estilista Lívia Coluccique assina a produção de peças feitas em seu ateliê Salão Brancoem São Paulo, compartilha detalhes dos bastidores das gravações.
“Esta é minha segunda participação no experimento. Fiz a terceira temporada e fui convidado para esta novamente. É uma experiência maravilhosa”, diz ela.
“Eu trabalho lá, com tudo escondido, com o vestido de noiva, que é uma obra de arte com sonho em cada traço, em cada detalhe, em cada pedacinho. Tudo é pensado para aquela noiva”, acrescenta.
Segundo Colucci, a escolha do vestido começa a partir do momento em que as participantes dizem sim ao pedido de casamento. “A equipe da Netflix nos conta quem são as meninas, nos passa o Instagram, conversamos e eu brinco que começo a persegui-las”, explica ela.
“Vou atrás deles, entendo um pouco do perfil deles, do que gostam e como se imaginam. Mas o mais importante é olhar para as redes sociais, que revelam personalidades individuais”, afirma.
Após esse primeiro momento, as opções são selecionadas e, junto com a produção do experimento, são escolhidos dois modelos por noiva: porém, elas não sabem quais são. “Então é tudo cego, na verdade.”
“Escolhemos esses modelos pensando em cada um deles. Mas quando eles experimentam, as coisas podem mudar. Uma pessoa pode gostar do vestido que foi desenhado para a outra, mas ninguém sabe qual foi desenhado para quem”, diz ela.
Lívia afirma ainda que os participantes podem experimentar o vestido que quiserem, sendo que, na verdade, a mesma peça só pode ser usada uma vez. “Não há possibilidade de usar o mesmo. Se isso acontecer, precisamos pensar em algumas estratégias.”

E se a noiva do Casamento às Cegas não gostar de nenhum vestido?
Na 4ª temporada, a reação do banqueiro Marília Pinheiro, 37 anos, ao experimentar seu primeiro vestido, chamou a atenção dos internautas. No palco, a participante ficou alterada ao se ver no espelho, não escondendo sua insatisfação com a peça.
Lívia conta que, de fato, a cena gerou burburinho nas redes sociais, mas ela já tinha em mente que não iria gostar, justamente por ser um modelo com mais volume e caimento. “Ela realmente não gostou. Mas, na verdade, não era um vestido feito para ela, era para outra participante, mas no momento em que ela olhou começou a imaginar aquela história”, explica.
Apesar da cena, Colucci afirma não ter se abalado. “Levo tudo com muita calma. Tem muita coisa que a gente traz naquela história, naquele momento, na escolha. Acho que faz parte do processo, é normal e deu certo. Eu tinha certeza que no final daria certo”, garante.
“Na verdade, o vestido que ela escolheu foi o vestido que tínhamos pensado para ela”, continua. “Então, na verdade, era o que ela gostava e ficou lindo.”
Mudanças e adaptações?
Sempre que necessário, segundo Lívia, as peças passam por adaptações. “Dependendo do modelo, podemos adaptar à noiva. Em alguns casos, construímos uma nova peça. Mas basicamente foi o que ela escolheu”, explica ela.
Aliás, se alguém gostar de alguma peça do programa, o ateliê, localizado na Alameda Tietê, 27, Jardins, na capital paulista, também produz produtos sob medida. “Nós podemos fazer isso. É só entrar em contato, marcamos o horário e reproduzimos a mesma peça”, finaliza.
Veja frases polêmicas de participantes do Casamento às Cegas
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