As ações da Azul (AZUL) subiram 19,80%, a R$ 4,84, às 12h40 (horário de Brasília) desta sexta-feira (13), após notícias de um próximo acordo, além da queda de mais de 1% do dólar no sessão. Segundo a Reuters, a companhia aérea está perto de um novo acordo com os locadores de aviões, disseram três pessoas familiarizadas com as conversas ouvidas pela agência, com a companhia aérea oferecendo ações para saldar cerca de 600 milhões de dólares em dívidas.
As ações da empresa caíram mais de 40% desde agosto, quando reportagens da mídia afirmaram que a Azul estava considerando pedir proteção contra falência nos Estados Unidos para fazer frente ao seu elevado endividamento. A empresa afirmou que vem negociando diretamente com os credores.
“Há um impulso para a conclusão bem-sucedida de uma reestruturação extrajudicial”, disse uma das fontes, acrescentando que a Azul e os arrendadores se reuniram em Nova York nas últimas semanas.
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A Azul não quis comentar as negociações.
A empresa disse à Reuters no mês passado que não estava considerando entrar com pedido de proteção contra falência nos EUA, um processo conhecido como Capítulo 11, e que ofereceria aos arrendadores uma fatia de ações para liquidar dívidas que venceriam inicialmente em três anos.
A Azul conseguiu evitar o Capítulo 11 enquanto várias outras companhias aéreas latino-americanas entraram com pedido de recuperação judicial após a pandemia de Covid-19, incluindo Aeromexico, Avianca, LATAM e, mais recentemente, Gol.
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As fontes, que pediram anonimato para discutir conversas que são confidenciais, disseram que a maioria dos arrendadores da Azul já sinalizou que concorda com o plano em questão. Duas das pessoas disseram que um acordo poderia ser assinado dentro de semanas.
Na estrutura atual, segundo uma das fontes, os arrendadores obteriam uma participação acionária de cerca de 20% na Azul.
“Não é 100% o que a Azul gostaria nem 100% o que os arrendadores gostariam, mas poderia ser uma boa forma de aliviar esse fardo”, disse uma das fontes.
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A Azul chegou a um acordo com arrendadores e fabricantes de equipamentos em 2023 para lhes dar US$ 570 milhões em ações preferenciais avaliadas em R$ 36 cada, parte de uma reestruturação mais ampla que também alongou os vencimentos da dívida e levantou capital adicional.
As ações da Azul, porém, já caíram mais de 70% este ano e agora são negociadas em torno de R$ 4, com a empresa enfrentando um câmbio mais fraco e os efeitos das enchentes no Rio Grande do Sul que fecharam o aeroporto de Porto Alegre, em qual a empresa possui operação relevante, desencadeou a necessidade de nova reestruturação.
(com a Reuters)
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