Apesar da ação da Klabin (KLBN11) acumular alta de mais de 11% neste ano, desempenho bem acima do Ibovespa (+0,43%) e da rival Suzano (SUZB3) (-2,71%), o JPMorgan decidiu elevar a recomendação para o papel de peso igual (exposição igual à média do mercado, equivalente a neutra) para sobrepeso (exposição acima da média do mercado, equivalente a compra), além de aumentar o preço-alvo de R$ 25 para R$ 28. Com isso, o KLBN11 subiu às 10h26 (horário de Brasília) desta terça-feira (10), com ganhos de 3,42%, a R$ 22,38, também em sessão de ganhos para o dólar.
A revisão foi motivada pelo momento positivo da empresa de papel e celulose, impulsionado pelos seus investimentos, que geram maiores volumes e menores custos.
Além disso, segundo relatório, a Klabin já está se beneficiando da diversificação de receitas, o que beneficia a empresa dada a atual queda nos preços da celulose no curto prazo.
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O JPMorgan também menciona a expectativa de geração de fluxo de caixa livre positivo esperado para o próximo ano. Em termos de avaliação, os analistas projetam que a empresa será negociada a 6,7 vezes o Valor Firme (EV)/lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) em 2025 e 6,2 vezes em 2026.
Enquanto isso, manteve rating equivalente de compra para Suzano (SUZB3), com preço-alvo passando de R$ 77,50 para R$ 80,50, graças às suas iniciativas estratégicas de crescimento, fortes perspectivas de longo prazo e avaliação atrativa, apesar da recente volatilidade do mercado. O SUZB3 também avançou 2%, a R$ 55,20, na B3.
Segundo o relatório, a Suzano se destaca por suas adições estratégicas de capacidade, impulsionando o crescimento de volumes e reduzindo custos, especialmente com seu competitivo projeto Cerrado, que posiciona a empresa para superar seus pares em termos de desempenho operacional.
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Apesar da especulação de fusões e aquisições causar volatilidade nas ações, o desconto atual parece excessivo, na avaliação do JPMorgan. “As perspectivas de longo prazo são robustas, com a Suzano bem posicionada para se beneficiar da recuperação dos preços da celulose e da redução dos investimentos de capital, sustentando o fluxo de caixa livre positivo, especialmente em 2025”, afirma o banco.
Por outro lado, o JPMorgan rebaixou a classificação do grupo chileno CMPC para neutro devido a uma perspectiva desafiadora para os preços da celulose e ao fraco desempenho em suas divisões Softys e Packaging.
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