A Allos (ALOS3), administradora de shopping centers resultante da fusão entre Aliansce Sonae e brMalls, reportou lucro líquido de R$ 320,9 milhões no segundo trimestre de 2024. O número é resultado de uma empresa que vem reduzindo significativamente sua participação no shopping centros. No segundo trimestre, com as mesmas participações em shoppings que a empresa tem hoje, o lucro teria sido de R$ 121,6 milhões.
Nas mesmas condições de comparação pro forma, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) teria aumentado 1,9%, para 442,4 milhões. Receita líquida, 3,8%, para R$ 621,3 milhões.
O fluxo de caixa operacional (FFO), forma de EBITDA dos shopping centers e do setor imobiliário, utilizado pela Allos para calcular seus dividendos, cresceu 33,4%, para R$ 312,1 milhões.
O FFO por ação cresceu 41,1%, impulsionado pelas recompras de ações realizadas pela companhia.
O NOI, indicador que mede o desempenho operacional dos shoppings excluindo custos, cresceu 4,4% de um ano para outro, para R$ 547,65 milhões.
Ao mesmo tempo, a Allos reduziu o custo da dívida (com novas emissões) e a alavancagem – a dívida líquida encerrou o trimestre em 1,5 vezes o Ebitda. O indicador também foi arrefecido pela entrada de recursos provenientes da venda de ações em shopping centers.
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Do ano passado até junho passado, a Allos realizou R$ 1,8 bilhão em desinvestimentos.
“O desinvestimento nos fez desalavancar muito rapidamente”, afirma o CFO. A empresa ainda deve desinvestir cerca de R$ 880 milhões.
“Não temos necessariamente uma data específica para entregar esse desinvestimento, mas estamos acompanhando o mercado, segundo potenciais compradores”, afirma Daniela.
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Recentemente, a Allos tentou comprar uma participação no Shopping Rio Sul, no Rio de Janeiro, mas a Iguatemi (IGTI11) acabou assumindo.
“De vez em quando chega uma proposta de ativo, a gente senta e analisa, se está alinhado com a estratégia da empresa, com o que consideramos um preço adequado, na estrutura adequada, vamos avaliar”, diz o executivo.
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Em relação às vendas nos shopping centers administrados pela Allos, houve crescimento de 5,8%, para R$ 9,39 bilhões. Houve uma desaceleração do crescimento do primeiro trimestre, já que a Páscoa deste ano caiu em março.
“Houve uma mudança positiva nas vendas em março e abril foi um pouco mais fraco. Maio e junho foram muito positivos”, afirma Daniela.
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O indicador de aluguel mesmas lojas, para estabelecimentos que estão nos shoppings Allos há pelo menos um ano, cresceu 2,6%, apesar da deflação no período no setor.
No balanço, a empresa também informou ter devolvido R$ 1,1 bilhão aos acionistas, em dividendos e recompra de ações.
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