Nesta quarta-feira (18), o Senado aprovou, em votação simbólica, o projeto de lei Clique, programa de crédito do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltado para pequenos negócios. O texto agora segue para sanção presidencial.
A única modificação em relação ao texto votado na Câmara dos Deputados foi uma emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) para incluir pessoas com deficiência na lista de públicos prioritários das ações do Crédito, além de mulheres, jovens, negros pessoas e pessoas de comunidades tradicionais e ribeirinhas. A mudança foi considerada uma alteração de redação, que impede que o texto retorne à Câmara para nova votação.
Não houve destaques no texto base. A oposição até tentou separar algumas emendas para votos em destaque, mas houve um acordo com o governo e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para que esses destaques fossem retirados.
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Um deles tentou rever a utilização de recursos esquecidos do Banco Central. O PL, principal partido da oposição, tentou fazer uma modificação no projeto de lei que trata da Clique para alterar o dispositivo previsto na lei recentemente sancionada pelo presidente Lula que prevê o reembolso gradual da folha de pagamento.
Pacheco se comprometeu a votar a favor do aparelho em um novo projeto de lei no futuro. O presidente do Senado informou que recebeu uma ligação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que lhe encaminhou a nota técnica do BC contra o texto aprovado pelo Senado sobre a utilização desses recursos esquecidos.
O senador defendeu que deveria haver “diálogo entre Senado, Ministério da Fazenda e Banco Central” para uma “possível correção dessa aparente possível distorção” em outro projeto de lei ou medida provisória.
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O Acredita, lançado num momento de perda de popularidade de Lula, inclui a libertação de novos recursos, a renegociação de dívidas, incentivos na área imobiliária e a criação de um programa de cobertura cambial para projetos de transição ecológica.
Com as medidas, o governo espera realizar 1,25 milhão de operações de microcrédito até 2026, último ano do mandato presidencial. Cada operação está avaliada em cerca de R$ 6 mil, o que injetaria mais de R$ 7,5 bilhões na economia nesse período, segundo projeções do Ministério da Fazenda.
O projeto também autoriza a União a estabelecer mecanismos de mobilização de capitais externos e de proteção cambial nas captações de recursos por instituições financeiras destinadas a operações de microcrédito produtivo no âmbito do Crédito.
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A versão do texto aprovada pela Câmara prorroga até 31 de dezembro de 2025 o prazo para renegociação de dívidas de mini e pequenos produtores rurais relativas a resolução Condel/Sudene de 2011; e para renegociação ou liquidação de dívidas relativas a debêntures do Fundo de Investimentos da Amazônia (Finam) e do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor).
Os deputados incluíram taxistas autônomos entre os beneficiários das medidas. O Ministério da Fazenda tentou excluir esta medida do Crédito, mas os deputados acabaram mantendo a decisão do relator.
O relator do projeto, deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), prorrogou até o final de 2025 o prazo para renegociação extraordinária de dívidas no âmbito do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e do Centro. -Fundo Constitucional de Financiamento do Oeste (FCO) aos empresários rurais destas regiões; e para recuperação de bens vinculados ao crédito rural não inscritos em dívida ativa da União, mas em cobrança pela Advocacia-Geral da União (AGU).
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