Principal candidato a assumir a presidência do Banco Central (BC) com a saída de Roberto Campos Neto, atual chefe da autoridade monetária, o economista Gabriel Galípolo foi chamado a Brasília (DF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estar “em alerta”. As informações são de TV Globo.
Na manhã desta segunda-feira (26), Galípolo participou de evento comemorativo dos 125 anos do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, em Teresina (PI).
A certa altura, o locutor oficial da cerimônia anunciou que o diretor de Política Monetária do BC teria que retornar à capital federal. “Dr. Galípolo recebeu convocação do Presidente da República e não ficará o tempo que ele gostaria e nós gostaríamos em Teresina”, informaram os organizadores do evento.
Assessores do presidente Lula têm trabalhado na possibilidade de a indicação de Galípolo à presidência do BC ser antecipada e ocorrer antes das eleições municipais – o primeiro turno acontecerá no dia 6 de outubro, daqui a 40 dias.
Antecipando a sucessão
Na semana passada, em entrevista ao GloboNewso líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que, na sua avaliação, a indicação de Lula à frente do BC deverá ser feita em breve.
Após a provável indicação, o nome de Galípolo ainda terá que passar pelo escrutínio do Senado. O indicado à Presidência da República deverá ser questionado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Câmara, e já começaram as conversas sobre uma possível data para essa sabatina entre Lula e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
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Neste momento, o nome de Gabriel Galípolo seria bem recebido pela maioria dos senadores, inclusive por alguns contrários ao governo Lula.
Em fevereiro de 2021, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou o projeto que deu autonomia operacional ao BC, limitando a influência do Executivo nas decisões relacionadas à política monetária.
Pela norma vigente desde então, os mandatos do chefe do BC e do chefe do Palácio do Planalto não são mais os mesmos. O presidente do banco toma posse sempre no primeiro dia útil do terceiro ano de cada governo.
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Assim, o chefe do Executivo federal só poderá fazer a troca no comando do BC a partir do terceiro ano de gestão. No caso de Lula, isso só acontecerá em 2025 – o mandato de Campos Neto termina em 31 de dezembro de 2024.
A ideia do governo, porém, é que Lula indique Galípolo o mais rápido possível, para acalmar o mercado, acabar com a especulação e antecipar o processo de “passagem de bastão” no BC. O próprio Campos Neto também é favorável à indicação antecipada.
Ex-número 2 do Haddad na Fazenda
Antes de assumir a direção de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo, hoje com 42 anos, era secretário-executivo do Ministério da Fazenda – era o número 2 do departamento chefiado pelo ministro Fernando Haddad (PT).
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Próximo tanto de Haddad quanto de Lula, Galípolo participou da equipe de transição do governo, entre o final de 2022 e o início de 2023. É bacharel em Ciências Econômicas e mestre em Economia Política, ambos pela Pontifícia Universidade Católica (PUC). -SP).
Galípolo foi chefe da Assessoria Econômica da Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo (2007); professor da Faculdade de Economia da PUC-SP (2006 a 2012); diretor da Unidade de Estruturação de Projetos da Secretaria de Economia e Planejamento de SP (2008); e presidente do banco Fator (2017 a 2021).
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