“Vamos para a guerra”, disse o candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), em entrevista em frente ao Hospital Sírio Libanês, onde ficou internado para observação e exames após ser agredido na noite de domingo com uma cadeira. do adversário José Luiz Datena (PSDB), durante debate na TV Cultura.
“Vamos pedir a cassação do registro dele, vamos pedir tudo o que for preciso pedir, em nome da sociedade. Estava pensando ontem: um cara que comete assédio sexual deve ter gasto alguns milhões pelo silêncio dessa mulher. E você acaba com isso”, disse ela, em referência ao que ele classificou como cobertura desigual da imprensa.
Segundo ele, é horrível ver alguns jornalistas defendendo o ex-ministro Silvio Almeida após denúncias de assédio sexual. “O governo federal sabe desse assédio há meses e não fez nada.”
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Ele refutou completamente a narrativa de que estava se vitimizando após o incidente. “Ontem fui vítima de Datena, mas não sou vítima. Nós estamos indo para a guerra. Foi só um solavanco, né Datena? Se eu quisesse paz, pegaria minha família e deixaria o país. Tudo que eu quero é liberdade. E querendo liberdade, investiremos tudo o que temos”, prometeu
Perguntou novamente que ódio Datena sente por ele, a ponto de sofrer “uma tentativa de homicídio”. Ele aproveitou para alfinetar o prefeito Ricardo Nunes. “Se você bater em uma pessoa indefesa com uma cadeira dessas, igual a ‘Bananinha’ [como ele se refere jocosamente a Nunes]como Ricardo Nunes, tinha mandado esse cara para a UTI. Para sua sorte, eu me defendi. E é terrível ver um cara maluco como você.”
Ele continuou a atacar Nunes, lembrando a acusação de violência doméstica. “Queremos saber por que você bateu na sua mulher, Ricardo Nunes. Foi com a mão fechada ou aberta? Ela apresentou um boletim de ocorrência contra você. Se ela te perdoou, tudo bem, mas você precisa explicar isso para todas as mulheres aqui.”
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Sobre o debate de ontem, disse que “estava a decorrer ao mais alto nível da nobreza”, mas que foi Datena quem plantou a agressão. “O Datena começou a ser engraçado, ele tem uma agenda com o consórcio comunista no Brasil, para me acusar de uma coisa que eu nunca fiz. Ele me acusou, mentiu e eu simplesmente coloquei a verdade na frente dele. Ele não aguentou”, disse ele.
Disse ainda que o candidato que o atacou é ex-petista e comunista que tem até foto de Che Guevara em casa. “Che Guevara não concordava com a homossexualidade, ele matava homossexuais. É isso que você quer para este país?”
Sobre um vídeo que sua equipe postou anteriormente comparando as agressões com os ataques contra Donald Trump e Jair Bolsonaro, ele defendeu a comparação. “Um estava com bala de fuzil, outro com faca e outro com cadeira. Por que isso não acontece com as pessoas de esquerda? É sempre alguém da esquerda tentando tirar a vida ou impedir alguém da direita.”
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“Você não é do amor. Você quer fazer com que isto aqui se torne Nicarágua, isto aqui se torne Cuba. Queremos isso de volta aqui. Não vamos apoiar os comunistas”, declarou ela.
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