Após uma semana bastante volátil para as ações da Localiza (RENT3), em meio à repercussão de resultados decepcionantes, que levaram a uma queda de 18,5% em apenas dois pregões, o Itaú BBA e o JPMorgan atualizaram suas opiniões sobre a locadora de veículos, mantendo as recomendações de compra. Vale destacar que, na sexta-feira, os ativos já tinham saldo de 8,7% na última sexta-feira com comentários otimistas do Goldman Sachs e do Bank of America.
Apesar das preocupações crescentes e justificadas sobre o modelo de negócio e a execução da gestão, o JPMorgan disse que ainda acredita que a empresa pode continuar a gerar retornos acima do seu custo de capital numa base sustentável.
Segundo estimativas do JPMorgan, a Localiza deverá entregar R$ 3,8 bilhões de lucro no próximo ano (ou R$ 3,6 bilhões, excluindo o benefício fiscal relacionado à amortização do ágio), 6% abaixo do consenso da Bloomberg.
Como resultado, o banco dos EUA prevê que as ações sejam negociadas a 11,9 vezes o P/L estimado para 2025, no limite inferior do seu intervalo de avaliação pré-pandemia de 10 a 30 vezes o P/L para os próximos 12 meses, e também perto de mínimos históricos em termos de Enterprise Value/Fleet Value e P/Net Asset Value.
Portanto, o JPMorgan mantém recomendação para sobrepeso (exposição acima da média do mercado, equivalente a compra) para a Localiza e reduz preço-alvo de R$ 68 para R$ 63. Por outro lado, o banco reconhece que o desempenho de curto prazo ainda deverá ser volátil até que os resultados se tornem mais claros e a confiança dos investidores seja restaurada.
Na mesma linha do JPMorgan, o Itaú BBA comenta que as ações da Localiza devem continuar sofrendo no curto prazo, pois em termos de expectativa de lucro, vê risco de queda em relação ao consenso (prevê lucro líquido de R$ 3,5 bilhões em 2025, contra R$ 3,8 bilhões no mercado) e em termos de múltiplo justo, acredita que a visibilidade limitada sobre os fundamentos de Seminovos deve impedir que os investidores paguem um múltiplo de lucro próximo aos níveis históricos.
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Por outro lado, o BBA ressalta que ainda não tem evidências de que haja um problema estrutural na tese, o que significa que os investidores poderão encontrar retornos atrativos caso o lucro líquido da Localiza convirja com o seu potencial de ganhos no futuro.
A visão um pouco mais pessimista do BBA em relação ao consenso advém da expectativa de EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) 5% inferior para 2025 (que se manteve estável durante mais de um ano), devido a despesas de descomissionamento superiores a carros esperados no 2T24 e margens mais fracas em Seminovos. Relativamente à depreciação, o banco assumiu o ponto médio do intervalo fornecido pela gestão.
Em termos de avaliação, o BBA acredita que as ações serão negociadas na faixa inferior por enquanto. Embora o P/L histórico da Localiza seja de aproximadamente 20 vezes, o BBA acredita que os investidores exigirão um desconto, considerando a visibilidade limitada sobre a divisão de Seminovos.
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O Itaú BBA vê a negociação das ações em 13 vezes, o que considera estar dentro de uma faixa mais adequada para o momento (entre 10 e 15 vezes). Neste sentido, os analistas acreditam que uma possível reavaliação poderá ocorrer após a normalização das depreciações, provavelmente no segundo semestre de 2025.
O BBA também reitera compra e preço alvo de R$ 60 para a Localiza.
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